AMRIGS alerta para riscos da relação entre tabagismo, narguilé e coronavírus

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AMRIGS alerta para riscos da relação entre tabagismo, narguilé e coronavírus

Fumar aumenta o risco de contrair infecções bacterianas e virais, como a COVID-19

O tabagismo, que sempre causou muitos danos à saúde, aparece no cenário da pandemia do coronavírus como um fator importante e, mais do que nunca, é necessário o alerta para que a população abandone o hábito. Pesquisas já mostraram que fumantes têm 14 vezes mais problemas com relação à COVID-19, comparados com uma pessoa que não fuma.

“Algumas medidas são importantes serem enfatizadas neste momento. Além dos malefícios do cigarro, chamamos a atenção para o uso do narguilé (espécie de cachimbo de água de origem oriental, utilizado para fumar tabaco aromatizado) que tornou-se muito popular especialmente nos grandes centros urbanos. Nestes casos, o risco de transmissão do vírus cresce substancialmente, uma vez que há um compartilhamento do material”, explica o médico pneumologista e mentor do Projeto Fumo Zero da AMRIGS, Luiz Carlos Corrêa da Silva.

O alerta é válido, ainda, para todos os outros dispositivos de inalação de tabaco que produzem vapor.

“Todos fazem muito mal à saúde e, neste momento de absoluta insegurança em relação às possibilidades danosas do coronavírus, precisamos transmitir essa mensagem de alerta”, completa Luiz Carlos.

Fonte: Ascom AMRIGS

Foto: Cheryl Holt/Pixabay

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