Deputados e entidades lançam Frente Gaúcha em Defesa da Saúde Pública

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Deputados e entidades lançam Frente Gaúcha em Defesa da Saúde Pública

Ocorreu nesta quarta-feira (15), no Plenarinho da Assembleia Legislativa, o lançamento da Frente Gaúcha em Defesa da Saúde Pública. A mobilização em prol dos repasses públicos constitucionais para a área da saúde integra diversas representações do segmento, entre elas a Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades na Área da Saúde, presidida pelo deputado Ronaldo Santini (PTB).
O movimento conta com participação também da Federação das Associações de Municípios do RS (Famurs), Associação Gaúcha de Municípios (AGM), Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, Associação dos Hospitais 100% SUS, Federação dos Trabalhadores na Saúde, União dos Vereadores do RS (UVERGS) e Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do RS (COSEMS). Todas essas entidades estiveram representadas, no ato, por seus presidentes ou diretores.
A coordenação dos trabalhos foi do deputado Tarcísio Zimermann (PT) e contou com presença de Valdeci Oliveira (PT), que é o presidente da Comissão de Saúde da AL, Altemir Tortelli (PT), José Nunes (PT) e Jeferson Fernandes (PT). Ainda participaram prefeitos, secretários municipais, dirigentes hospitalares, entre outras lideranças.
Santini afirmou que os hospitais não têm mais de onde tirar recursos para se manterem. “São empresas falidas que não conseguem mais pagar salários, fornecedores e outros compromissos. Somente neste primeiro semestre de 2015 foram mais de 5,6 mil profissionais de saúde que perderam seus empregos”, informou o parlamentar.
Ele reiterou que vários hospitais filantrópicos do interior do Estado estão encerrando suas atividades e deixando a população sem atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo os deputados que participaram da solenidade, a falta de cumprimento dos repasses de incentivos do IHOSP, desde o final de 2014, causa grandes prejuízos financeiros para os próprios municípios, que na maioria dos casos acabam assumindo a conta devido à falta de atendimento hospitalar. “Pois o paciente precisa ser encaminhado para os grandes centros de referência, congestionando as filas e aumentando a ambulancioterapia”, destacou Santini.
As prefeituras também reclamam do corte nos pagamentos por parte da Secretaria Estadual da Saúde. A Frente deverá se reunir semanalmente, com objetivo de formular propostas para enfrentar a crise, articulando com os governos estadual e federal, uma saída para esta situação.

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