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21/05/2020 - Em debate virtual, AMRIGS reforça importância de fortalecer serviços de obstetrícia nos hospitais



Evento contou com participação das entidades médicas AMRIGS, SIMERS e CREMERS, além de convidados

A atenção à obstetrícia no Rio Grande do Sul foi tema de uma live realizada na última quinta-feira (14/05) no canal do Youtube do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) e contou com a participação dos presidentes da AMRIGS, Dr. Alfredo Floro Cantalice Neto, do CREMERS, Eduardo Neubarth Trindade, e do SIMERS, Marcelo Marsillac Matias. Também participaram o conselheiro da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Rio Grande do Sul (SOGIRGS) João Steibel, o vice-presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, deputado Thiago Duarte, e a vereadora de Porto Alegre, Mônica Leal.

A preocupação é com a redução do número de leitos pelo SUS nos últimos anos. Os presentes foram unânimes em apontar que há questões econômicas que motivam esse fenômeno e não apenas uma alteração de características populacionais como vem sendo alegado pelas instituições.

“Estamos vendo que estão diminuindo leitos da rede pública e enxergamos que há um problema econômico por trás disso. Procedimentos de baixa e média complexidade dão menos lucro do que os procedimentos de alta complexidade. É preciso reverter esse quadro”, afirmou o presidente da AMRIGS, Alfredo Floro Cantalice Neto.

Durante sua fala, Cantalice também cobrou que seja extinto o termo “violência obstétrica”, para os partos do tipo cesárea.

“Essa prática teve início no momento em que profissionais de outras áreas da saúde entendiam que podiam fazer procedimentos até então exclusivos de médicos, conforme estabelecido pelo Ato Médico. Então, surgiu o termo violência obstétrica. Não se pode aceitar que um médico obstetra vá para uma sala de parto para fazer um ato de violência”, completou Cantalice.

Fonte: Ascom AMRIGS 



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