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24/01/2022 - Pandemia fragilizou o que já era difícil: a desigualdade social



AMRIGS participou de evento de encerramento do Projeto O RS Pós-Pandemia

A mesma tecnologia que ajudou as pessoas na pandemia, proporcionou uma desigualdade ainda maior no trabalho e na educação. O problema foi causado pela desigual disponibilidade de tecnologias nos distintos grupos da sociedade. Enquanto parcela da população teve amplo acesso a computadores e internet, outra mais carente, ficou estagnada durante o longo período de distanciamento social imposto pela pandemia.

A conclusão foi um dos destaques no evento de encerramento do projeto O RS Pós-Pandemia, realizado de forma híbrida na Assembleia Legislativa com transmissão pelos canais oficiais do parlamento gaúcho na tarde desta segunda-feira (24/01).

Desde junho de 2021, o grupo promoveu cinco seminários e quatro pesquisas de opinião. Foram ouvidos mais de seis mil gaúchos em trinta cidades contemplando os mais variados perfis como pais de família, usuários do SUS, trabalhadores, empresários e pessoas vulneráveis.

"Na saúde, a COVID-19 atrasou cirurgias, exames e tratamentos de saúde. Ao mesmo tempo que vimos essa realidade difícil, pudemos constatar, através das pesquisas, que sete em cada dez pessoas se mostraram satisfeitas com os serviços oferecidos pelo SUS. É claro que pode ser melhorado, mas é um dado importante’, afirmou o vice-presidente da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), Dr. Paulo Morassutti.

A apresentação inicial foi feita pelo presidente da Casa, deputado Gabriel Souza (MDB). Ao final foi realizada a entrega ao governador do Estado, Eduardo Leite, a publicação que reúne os estudos e resultados do projeto que discutiu a retomada baseada em evidências. O evento aconteceu em formato híbrido no Salão Júlio de Castilhos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul.

Fonte: Marcelo Matusiak
Foto: Reprodução de imagem



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