Secretaria de Saúde mantém vacinação contra o HPV na Capital

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Secretaria de Saúde mantém vacinação contra o HPV na Capital

A segunda etapa da campanha de vacinação contra o HPV (Papilomavírus Humano) prossegue até o final do ano na Capital. A estratégia de implantação da vacina, que teve início em 2014, oferece a continuação do esquema para todas as meninas entre nove e 11 anos. No Brasil, o esquema adotado é o estendido, com três doses (zero, seis e 60 meses). A vacina pode ser feita na rede municipal.
A primeira dose foi oferecida a partir de março de 2015 e, a partir de setembro, é importante que seja realizada a segunda dose. Também está sendo realizada a segunda dose para as adolescentes entre 11 e 13 anos que fizeram a primeira dose da vacina em 2014, mas ainda não receberam a segunda dose. A orientação é que pais ou responsáveis procurem a unidade de saúde ou a direção da escola, uma vez que, dependendo da logística dos serviços, a vacina poderá ser realizada tanto nas escolas quanto nas unidades de saúde. 
 
Carta à população – Numa iniciativa conjunta, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) emitiram Carta Aberta à População, distribuída em todo o país, para reforçar a importância da vacina contra o HPV e esclarecer dúvidas de pais, responsáveis e profissionais de saúde.
 
Na primeira etapa da vacinação deste ano, 13.403 meninas entre 9 e 11 anos foram imunizadas com a primeira dose da vacina em Porto Alegre. O número corresponde a 47,38% de cobertura vacinal. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é vacinar no mínimo 80% da população alvo que, no município, é de 28.291 meninas nessa faixa etária.
 
A partir de 2016, a primeira dose da vacina estará disponível apenas para as meninas de nove anos, e não haverá mais a possibilidade de garantir a vacina para outras idades. Fora dessa faixa etária, a vacinação somente poderá ser feita na rede privada, com custo superior a R$ 300 por dose. Para garantir a proteção contra o câncer do colo de útero, devem ser feitas três doses da vacina. É importante levar a carteira de vacinação ou a caderneta da adolescente para que seja realizado o registro da dose e determinado o prazo para aplicação da próxima dose.
 

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